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  • Lady Brigitte

BDSM é um jogo de empatia



Construo diariamente um caminho único com um estilo de vida ousado. Se cada ser humano é diferente, por que a sociedade nos impõe levarmos vidas iguais?


A quem beneficia essa massificação em nome desse conceito forjado da humanidade, que habilita determinado grupo a oprimir, excluir e violentar minorias?


Relações de poder no mundo real geralmente são exploratórias, violentas e degradantes. Creio que a única saída para vivermos as relações de poder de maneira saudável é na fantasia.


O BDSM sendo um conjunto de práticas fetichistas dentro do contexto da fantasia de dominação e submissão é também mimeses das relações de poder.


Vivenciado por não-atores, esse jogo empático é capaz de acolher a expressão de nossos desejos agressivos. Ao nos colocarmos em cena vivenciamos a libertação do que está reprimido e podemos assim chegar até a catarse e melhorar nossa saúde mental.


Temos muito a aprender com a fantasia, muito a aprender sobre o BDSM, um jogo que reproduz relações de poder, mas que ao contrário do que acontece no mundo real, empodera a todos os envolvidos.


Fora do play nada de estar acima, nem abaixo, busco uma terceira via de afirmação da vida em que a liberdade seja mais que uma ideia, que seja mais que uma teoria, que seja como o BDSM é: prática libertária.

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